Kefir – um dos alimentos mais poderosos do mundo

MUITO IMPORTANTE:

Neste texto relato apenas a minha experiência bem sucedida ao usar o kefir e cito fontes de pesquisa. Mas recomendo às pessoas que antes de consumir esse extraordinário probiótico conversem sobre o assunto com médicos e nutricionistas.

Observação: Não há espaço neste blog para citar todas as fontes de pesquisa. Por isso, sugiro que os interessados pesquisem na internet os inúmeros sites e vídeos sobre o kefir. Vale a pena acessar os vídeos de médicos e pesquisadores que comentam sobre os benefícios do kefir.

O que é o kefir?

É complemento e enriquecedor alimentar probiótico, de muitíssimo valor nutricional e com usos terapêuticos muito importantes para melhorar e manter a saúde do ser humano.

O Kefir produz uma enorme quantidade de benefícios, porque age por meio de um conjunto de micro-organismos amigos da vida humana, que combatem um número grande de doenças e disfunções do nosso corpo.

Sobre os probióticos

São bactérias vivas que ao serem ingeridas melhoram a saúde das pessoas. Esses micro-organismos têm a capacidade de destruir algumas substâncias nocivas e perigosas. Dessa forma, ajudam a eliminar várias toxinas presentes no intestino humano, tanto as substâncias da digestão quanto as substâncias contidas nos alimentos.

Os probióticos são encontrados nos produtos farmacêuticos ou alimentares, como iogurtes, leites fermentados e kefir. Possuem um ou mais micro-organismos vivos, como os lactobacilos e as bifidobactérias. Devem ser consumidos porque produzem excelentes benefícios no trato gastrointestinal e urogenital. Assim, estimulam o bom funcionamento de todo organismo humano.

Os nutrientes são absorvidos pela parede intestinal. Porém, alguns micro-organismos maléficos também chegam aos intestinos. Nesse caso, os probióticos desempenham função importante, porque colonizam e protegem a parede intestinal, impedindo que os agressores façam mal à saúde.

O intestino humano possui cerca de 300 a 1000 espécies diferentes de bactérias, que atingem trilhões, isto é, são micro-organismos essenciais para a vida humana, sem os quais não sobreviveríamos.

Alguns especialistas acreditam que o “exército protetor” dos probióticos pode evitar até mesmo o aparecimento do câncer de cólon e de outras doenças.

Os micro-organismos que se integram à flora intestinal também desempenham o papel de auxiliar o trabalho de absorção dos nutrientes, como, por exemplo, ferro, cálcio e vitaminas do complexo B, entre outros.

Informações sobre o kefir

Origem: É originário do Cáucaso, local em que as pessoas possuem vida longa com saúde, em alguns casos, até 120 anos. O kefir teria sido descoberto quando os caucasianos perceberam que o leite fresco colocado em bolsas de couro fermentava e se transformava em bebida efervescente.

Como é conhecido: Também chamado de quefir, tibicos, cogumelos tibetanos, plantas de iogurte, cogumelos do iogurte, kephir, kiaphur, kefer, knapon, kepiand e kippi.

Significado: Kefir vem do turco keif, que significa “bem-estar” ou “bem-viver”, “sensação de bem-estar”, “sentir-se bem”.

Onde se reproduz: O kefir forma colônias de micro-organismos principalmente na água e no leite, mas também em sucos, como o de uva, por exemplo. O kefir de água parece um grão ou cristal de vidro amarelo claro; o de leite se assemelha a um florete de couve-flor.

De que se alimenta o kefir: O kefir é muito puro e necessita de açúcar mascavo orgânico para se reproduzir e de água sem cloro ou flúor. Não pode ser manipulado com metais e deve ser cultivado em vidro. O kefir de leite alimenta-se da lactose e transforma o leite em iogurte.

Opções de uso: O kefir pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir.

Composição: De estrutura complexa, a composição dos grãos de kefir é formada por: 4,4% de lipídios, 12,1% de cinzas, 45,7% de mucopolissacarídeo, 34,3% de proteínas totais, vitaminas do complexo B, vitamina K, triptofano, cálcio, fósforo e magnésio. Ver em:  http://ppg.unit.br/wp-content/uploads/2011/02/Unit_PEP_Jackeline_Andrade_Gama_06-2010.pdf

É totalmente natural: O kefir não foi desenvolvido em laboratórios e é produzido na natureza. Já foi e ainda continua sendo estudado por pesquisadores e cientistas, que comprovam que é muito benéfico às pessoas. É de fácil utilização caseira, mantém o corpo humano em total equilíbrio e evita doenças. Existem centenas de dissertações de mestrado e também centenas de teses de doutorado que relatam os benefícios do kefir. Por isso, o seu uso tem respaldo científico e é recomendado por médicos e profissionais de saúde.

Não produz excrementos: Muitas pessoas ficam com nojo de consumir o kefir, pois acham que, por serem micro-organismos, tais seres vivos podem expelir “cocô e xixi” na água ou no leite onde se reproduzem. Porém, micro-organismos não possuem sistema digestivo e, assim, não eliminam nem fezes nem urina. O kefir é totalmente puro de excrementos. Estranho é que as pessoas consomem leite fermentado com micro-organismos que também existem no kefir, mas não sentem nojo, pois os produtos são industrializados.

Não é vendido no comércio: O kefir não é vendido em lojas nem industrializado para a comercialização. É um alimento que integra uma “corrente do bem”. Assim como o sangue é doado, as pessoas podem obter o kefir por meio de doação. Na internet existem várias ofertas de doação.

A fermentação do kefir: É comum as pessoas perguntarem por que a água do kefir produz bolhinhas pequenas. Isso ocorre em razão do processo de fermentação do açúcar, que está sendo consumido e transformado pelo kefir. Outra pergunta é sobre qual seria o motivo de alguns grãos de kefir boiarem na água enquanto outros ficam no fundo do recipiente. Ao boiar, o kefir está em busca de oxigênio, mas as colônias se alternam. Os que bóiam e recebem o oxigênio voltam para o fundo e os que estão na parte mais profunda sobem para receber o oxigênio. É um processo natural.

Tempo de fermentação do kefir: O kefir pode ser consumido nos seguintes períodos:

  1. Na fermentação de 12 horas produz efeito laxativo no intestino;
  2. na fermentação de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal);
  3. na fermentação de 40 horas de fermentação prende o intestino.

O kefir precisa de oxigênio: No processo de transformação do açúcar e da lactose, é preciso que o kefir receba oxigênio. Por isso, é recomendado que tanto o kefir de água quanto o de leite fiquem em vidros sem tampas, mas coberto por um pano ou guardanapo de papel. Assim, protegidos de insetos e de outros animais.

Quantidade de micro-organismos existente no kefir: Encontrei as seguintes quantidades de micro-organismos citadas em dissertações de mestrado ou teses de doutorado: no kefir de água até 37 espécies; no kefir de leite até 52 espécies.

A quantidade é muito significativa, considerando que no leite fermentado industrializado normalmente as espécies não chegam a cinco, assim como nos probióticos vendidos em farmácia em sachês, que também são reduzidas as espécies, ou seja, no kefir os benefícios para a saúde são multiplicados muitas vezes.

O kefir de água pode ser transformado em kefir de leite: É possível transformar o kefir de água em kefir de leite, mas o ideal é obter a doação do kefir de leite, para facilitar o processo de produção do iogurte.

Produção de álcool: Após 48 horas de fermentação, os grãos de kefir de água produzem aproximadamente 0.9% de álcool. O kefir fermentado também por 48 horas com grãos recém transferidos do leite produz cerca de 1,9% de álcool.

Como consumir o kefir: O kefir pode ser consumido a qualquer hora. Porém, recomenda-se não consumir jejum. Embora algumas pessoas o usem em jejum, há relatos de perda do apetite e de azia ou queimação depois de consumir o kefir com o estômago vazio. Isso varia de pessoa para pessoa. A opção que seria mais saudável seria o consumo após ter ingerido alimentos leves.

Uso por diabéticos: Existem muitas recomendações para os diabéticos consumirem o kefir. Encontrei recomendações para o uso do kefir de água (tomar a água ou ingerir, sem mastigar, os cristais de kefir) e o de leite. Porém, nesse caso, recomendo que as pessoas diabéticas conversem com os médicos a respeito do consumo, porque existem várias situações específicas sobre o diabetes que podem exigir cautelas ou até mesmo não usar o kefir.

Cuidados com o kefir: os cuidados para produzir o kefir são:

  1. Não pode ser manuseado com utensílios de metal ou ferro, porque reage com esses materiais. Prefira plástico, vidro, silicone ou Inox.
  2. Reserve utensílios próprios para o Kefir, para evitar contaminação.
  3. Os “bichinhos” podem morrer no contato com cloro. Então, use água mineral sem gás ou água que não contenha cloro. Higienize os utensílios e seque bem.
  4. A melhor temperatura para fermentação está entre 15ºC e 45ºC.
  5. Para fermentar corretamente deixe fora da geladeira, tampado com um pano ou guardanapo de papel, de preferência em local quentinho.
  6. Troque a água do kefir diariamente, mas não é preciso lavar o recipiente todos os dias. O vidro usado para a colônia do kefir pode ser lavado uma vez por semana ou quinzenalmente.
  7. Quando ficar ausente e não for usar o kefir, ao viajar, por exemplo, coloque o kefir na geladeira sem tampar o recipiente. O kefir não reproduzirá. Ao retornar, troque a água e volte a consumir normalmente.
  8. Quando morre, o kefir exala mau cheiro (como se fosse ovo podre) e fica escuro. Jogue fora e pegue grãos vivos com amigos.

Uso o kefir da seguinte forma:

  1. Coloco uma colher de chá rasa (que deve ser de plástico) de açúcar mascavo orgânico no fundo de um vidro de compota, com pouco mais de um copo de água.
  2. Acrescento o kefir.
  3. Deixo o vidro tampado com um coador de plástico, daqueles de fazer chá.
  4. No dia, seguinte, aproximadamente 24 horas depois, pego uma vasilha de plástico, coloco o coador e despejo o kefir com a água filtrada, de modo que o kefir fique submerso.
  5. Semanalmente, lavo o vidro de compota e repito o processo, colocando o açúcar, a água e o kefir.
  6. Tomo a água da vasilha de plástico com os micro-organismos que não são visíveis. A água tem sabor agradável.
  7. Quando a colônia de cristais de kefir se reproduz muito, aumentando o volume, costumo ingerir os cristais sem mastigar.

      Benefícios do kefir:

  1.   Nas juntas: Alivia reumatismo, elimina as dores das extremidades e as musculares.
  2. Cabeça: Mantém a cabeça saudável, livre de dores e enxaquecas.
  3. Câncer: Impede o aparecimento e cura em alguns casos, principalmente o de pele.
  4. Fígado: Melhora as suas funções, amolece o fígado duro, remove problemas de vesícula, e evita disfunções hepáticas, como o descontrole da produção de bílis.
  5. Coração: Alivia e melhora as doenças cardíacas e atua na prevenção do enfarte e arteriosclerose.
  6. Músculos: Alivia músculos endurecidos e relaxa os músculos da nuca.
  7. Nervos: Diminui as dores.
  8. Obesidade: Ajuda a emagrecer, porque queima as gorduras e ainda melhora o funcionamento da tireoide.
  9. Olhos: Melhora a visão e ajuda a combater a catarata.
  10. Cabelos: Mantém a cor natural e previne a calvície.
  11. Pulmões: Por manter o sistema imunológico fortalecido, previne a bronquite, a asma e elimina a tosse ao aliviar os catarros bronquiais e outros problemas respiratórios.
  12. Rins: Auxilia no tratamento das enfermidades, melhora a urina e elimina cálculos renais.
  13. Sangue: Reduz o colesterol, deixa mais flexíveis as veias e artérias e, por isso, combate problemas circulatórios, previne alguns tipos de diabetes, evita anemia e leucemia, diminui a hipertensão e ainda regula a temperatura corporal, ao manter o corpo fresco no verão e aquecido no inverno.
  14. Vida e Saúde: Por manter o intestino saudável melhora o humor.
  15. Distúrbios nervosos: Controla a ansiedade, diminui a insônia e a síndrome de fadiga crônica.
  16. Problemas de pele: Evita dermatites, eczemas, auxilia no tratamento da cândida, lúpus, psoríase e herpes.
  17. Alergias: Em caso de erupções cutâneas, a ingestão de ½ litro por dia basta e é recomendável o uso externo, friccionando o kefir nas áreas afetadas, deixando secar na pele.
  18. Doenças degenerativas: Atua na prevenção e combate às escleroses.
  19. Dores articulares e musculares: Previne o reumatismo e auxilia na recuperação das lesões por esforços repetitivos.
  20. Inflamações: Evita a formação de tumores no corpo humano.
  21. Doenças do estômago: previne e combate gastrite, úlceras e regulariza a digestão.
  22. Problemas intestinais: promove a saúde do intestino, por restaurar e fortalecer a microbiota (flora intestinal), assim evita diarreias, combate a síndrome do intestino irritável, normaliza a atividade do intestino preguiçoso ou preso e combate hemorroidas, constipação, gases, muco nas fezes, sensação de inchaço, dor abdominal ou cólica, e é ótimo para quem se submete a longos tratamentos com antibióticos.
  23. Males do século XXI: protege das irradiações, exposições a monitores de vídeo e na desintoxicação de poluentes tóxicos.
  24. Distúrbios diversos: Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão.
  25. Tratamentos psiquiátricos: Na Rússia e na Alemanha é usado em hospitais psiquiátricos com bons resultados.
  26. Absorção de nutrientes: Ajuda o organismo humano na absorção orgânica muito maior de proteínas, sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12. Assim, combate a desnutrição.
  27. Doenças autoimunes: Tem sido usado no tratamento de pacientes com AIDS, porque fortalece o sistema imunológico em grande escala.
  28. Fácil assimilação: Por ser bem absorvido pelo corpo humano, não produz intolerância ou efeitos colaterais.
  29. Crescimento saudável do bebê: Para os bebês, a sua colaboração do kefir para o desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital.
  30. Nutrientes: O kefir é rico em vitaminas B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.
  31. Ossos: Previne e evita a osteoporose, porque facilita a absorção do cálcio pelo organismo.
  32. Efeito antioxidante: Atrasa o processo de envelhecimento do ser humano.
  33. Boa digestão: Alimento facilmente digerível que pode ser incluído na dieta diária de qualquer pessoa e ajuda a purificar o organismo humano.
  34. Sistema imunológico: Por fortalecer o organismo humano, tem propriedades antitumorais, antibacterianas e antifúngicas. Quando consumido diariamente produz bons efeitos em convalescença após doenças graves.
  35. Benefícios variados: O kefir de água após 12 horas de fermentação produz efeito laxante. De 24 a 36 horas atua como normalizador do intestino. Quando fermentado por mais de 36 horas não deve ser ingerido, deve ser descartado e colocada nova água com açúcar mascavo.

Fontes pesquisadas:

  1. http://www.saudeprobioticosaudavel.com.br/p/blog-page_29.html
  2. http://www.saudes.com/materias/detail.asp?iArt=325&iType=2
  3. http://kefirdaro.blogspot.com.br/2009/07/kefir-saude-e-protecao-natural.html

Sal saudável e sal que prejudica a saúde

MUITO IMPORTANTE:

Neste texto relato a minha experiência bem sucedida ao usar o sal marinho, para melhorar o funcionamento do meu organismo e absorver vários minerais essenciais ao ser humano. Porém, recomendo às pessoas que conversem sobre o assunto com médicos e nutricionistas.

Sal – elemento essencial para vida humana

Poucos sabem o quanto o sal é importante na vida humana, porque o uso diário é feito quase sempre com base nos costumes familiares. Assim, grande parte da sociedade brasileira, por falta de informações, desconhece a importância do produto como necessidade vital.

Benefícios do sal marinho

O melhor sal – o sal marinho – é condimento que agrada ao nosso paladar, possui qualidades terapêuticas e é imprescindível, porque ao ser consumido corretamente todos os dias ajuda a equilibrar os minerais essenciais no nosso organismo e, como consequência benéfica, proporciona saúde.

O sal marinho não passa por nenhum processo de industrialização. Por isso, retiradas as impurezas, é embalado da mesma forma como é encontrado na natureza. Assim, a ele não é acrescentado nenhum aditivo e chega às cozinhas e mesas em estado bruto, quando muito é triturado para quebrar os cristais mais grossos, a fim de permitir o uso na culinária.

Por não passar por nenhum tipo de industrialização, o sal marinho é mais grosso que o sal refinado e um pouco mais fino que o sal de churrasco, mas se dissolve bem ao ser usado. É mais escuro um pouco que o sal refinado, normalmente é cinza. É “melado”, ou seja, úmido, por não conter os antiumectantes que são adicionados ao sal refinado para deixá-lo soltinho e seco.

Existem duas fontes básicas do sal marinho, que é extraído:

  1. Das minas de sal, como é o caso do sal rosa do Himalaia, que são depósitos de oceanos que secaram há milhões de anos e cujo sal ficou depositado na terra, formando verdadeiras ‘montanhas ou desertos de sal’.
  2. Das águas dos oceanos, mares, lagoas e lagos salgados, armazenadas em tanques rasos para a evaporação natural, até que reste apenas o sal.

Alguns dos benefícios do sal marinho são:

  1. Transportar nutrientes e oxigênio para o corpo.
  2. Auxiliar de maneira excepcional a concentração e a expansão dos músculos, inclusive os do coração.
  3. Estabilizar os batimentos cardíacos, regular a pressão arterial e frear os níveis altos da pressão sanguínea.
  4. Ajudar na transmissão dos impulsos nervosos.
  5. Promover o bom funcionamento das glândulas suprarrenais.
  6. Produzir os ácidos necessários à digestão de proteínas, enzimas e hidratos de carbono, pois é fonte de cloreto.
  7. Auxiliar as pessoas a equilibrar o peso.
  8. Quando consumido adequadamente, o sódio controla as substâncias que entram e saem das células. Sem o sódio, o organismo não conseguiria reter líquidos e as células perderiam seu volume normal.
  9. Controlar os nutrientes.
  10. O magnésio do sal ajuda a produzir enzimas, na transmissão nervosa, formação óssea, aumenta a resistência a doenças cardíacas e fornece esmalte para os dentes.
  11. Auxiliar o desenvolvimento cerebral das crianças pequenas.
  12. Eliminar os depósitos de sódio prejudiciais ao corpo.
  13. Quando ingerido com água quente antes de dormir, em mínimas quantidades, provoca sono mais profundo, relaxante e longo. (vide https://melhorcomsaude.com/sal-marinho-realmente-benefico/)
  14. Limpar a mucosa, evitar a congestão nasal e nos seios da face.
  15. Manter os eletrólitos no corpo, essenciais para o processamento da comunicação entre as células do cérebro.
  16. Combater a retenção de água.
  17. Ajudar a dissolver cálculos renais e promover o bom funcionamento dos rins.
  18. Aumentar os movimentos peristálticos dos intestinos. Assim, contribui para a boa digestão.
  19. Facilitar a produção de energia para os músculos.
  20. É importante para quem pratica mais de uma hora de exercícios físicos, pois ajuda a repor o sódio perdido com o suor.
  21. Contém 84 elementos (minerais ou oligoelementos), que são harmonizados adequadamente no corpo humano, fortalecendo-o de modo a prevenir várias doenças. Entre os elementos essenciais do sal marinho estão: enxofre, bromo, magnésio, cálcio, zinco, molibdênio, flúor, iodo e contém, ainda, algas microscópicas que fixam o iodo natural, plâncton (nutriente), o único e básico alimento das baleias: o krill (pequeno camarão invisível), e esqueletos de animais marinhos invisíveis.
  22. Por conter iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais, promove o bom funcionamento da tireoide.
  23. Ajudar a combater as carências de minerais provocadas por uma má alimentação.
  24. Diminuir a acidez gástrica.
  25. Estimular a cura de feridas e aliviar a psoríase.
  26. Desintoxica o corpo de metais pesados.

Acesse:

https://melhorcomsaude.com/sal-marinho-realmente-benefico/

http://super.abril.com.br/ciencia/por-que-precisamos-ingerir-sal/

http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-os-perigos-do-sal-refinado-e-as-vantagens-do-sal-marinho

Malefícios do sal refinado

O sal refinado, popularmente conhecido como sal de cozinha, é o que encontramos no supermercado e no comércio em geral. É fino, muito branco, solto, seco, aparentemente o ideal para ser usado na alimentação. Porém, esse tipo de sal passa por processo de industrialização assim que é retirado das salinas. Por isso, são perdidos quase todos os minerais e elementos saudáveis encontrados no sal em estado bruto.

Por causa da enorme perda de qualidade do sal marinho na industrialização, ao sal refinado é adicionado o iodeto de potássio, em substituição ao iodo natural, e também os antiumectantes.

O site http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-os-perigos-do-sal-refinado-e-as-vantagens-do-sal-marinho relaciona os resumos dos malefícios e aditivos do sal refinado:

Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:

  • Hipertensão arterial
  • Edemas
  • Eclampsia e pré-eclampsia
  • Arteriosclerose cerebral
  • Aterosclerose
  • Cálculos renais
  • Cálculos vesicais
  • Cálculos biliares
  • Hipoplasia da tireoide
  • Nódulos da tireoide
  • Disfunções das paratireoides

Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:

  • Iodeto de potássio
  • Óxido de cálcio
  • Carbonato de cálcio
  • Ferrocianeto de sódio
  • Prussiato amarelo de sódio
  • Fosfato tricálcico de alumínio
  • Silicato aluminado de sódio
  • Dextrose
  • Talco mineral

Além dos problemas acima, o Dr. Luis Henrique L. Pereira, alerta, no site http://www.mdsaude.com/2008/09/sal.html, que:

Além das consequências da hipertensão, o excesso de sódio também está relacionado a um maior risco de várias outras doenças, entre elas:

– Acidente Vascular Cerebral (AVC, que são os derrames.

– Insuficiência renal crônica.

– Insuficiência cardíaca.

– Câncer de estômago.

– Pedras nos rins

– Diabetes

– Asma.

– Osteoporose

Para evitar o excesso de sódio que causa os males relacionados acima, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão recomendam o consumo diário de 5 gramas de sal, que representa 2 gramas de sódio.

Ver http://www.sbh.org.br/geral/atualidades-teor-de-sodio-na-alimentacao.asp e http://www.sbh.org.br/geral/noticias.asp?id=413.

A estimava de órgãos oficiais é que o brasileiro consome até o dobro de sal recomendado pela OMS. Por isso, governo e população gastam uma enorme quantia em dinheiro com o tratamento médico de vários problemas graves, entre eles a hipertensão arterial, problemas renais, arritmia e infarto.

Não bastassem os males do excesso de sal na alimentação feita exclusivamente em casa, muitos produtos industrializados comprados na padaria, açougues ou supermercados possuem mais sal que o recomendado.

A lista campeões de sódio é grande, e inclui entre os produtos processados: macarrão instantâneo com e sem tempero, frango empanado, hambúrguer bovino e de frango, salsicha, bacon, biscoito de polvilho e cream cracker, salgadinho de milho, batata frita industrializada, requeijão, azeitonas, cubos de caldos de galinha, carne e peixe, queijo, ketchup, molho de soja, produtos de conserva, pizzas, picles, produtos diet ou light (porque têm mais sódio) e muitos outros alimentos.

Sal, açúcar e gordura viciam

O vício acontece porque esses produtos estimulam os neurônios. Dessa forma, ajudam a liberar dopamina, neurotransmissor que faz com que aumente a vontade de comer e dá prazer às pessoas.

A tendência do vício é aumentar cada vez mais o consumo, pois o corpo ficará pedindo mais sal, açúcar e gordura, até que chega ao ponto de causar sérios prejuízos à saúde, muitas vezes irreversíveis. Leia em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/acucar-sal-gordura-viciam-fazem-corpo-querer-cada-vez-mais-comida-3039449.

O problema dos antiumectantes adicionados ao sal refinado

Não há como escapar dos antiumectantes, usados para prolongar a validade dos alimentos, pois retira ou diminui a umidade deles. Assim, impedem que as partículas individuais dos produtos alimentícios juntem-se às outras por causa da umidade.

O resultado positivo é que a conservação provocada pelos antiumectantes ajuda a esticar o prazo de validade para consumo de muitos alimentos industrializados, evitando a perda em prazo menor.

Com o sal refinado não poderia ser diferente, porque os antiumectantes nele usados possuem a função de deixá-lo mais ‘soltinho’. Por isso, ao usar o sal, mesmo em casa, ingerimos o antiumectante, obrigatoriamente.

Vários estudos, porém, indicam que os antiumectantes não fazem mal à saúde dos seres humanos. Todavia, essa conclusão não é tão aceita por alguns estudiosos.

No Portal da Transparência Alimentar (acesse: https://transparenciaalimentar.wordpress.com/lista-de-aditivos/antiumectantes/), com base na “Fonte: PRO TESTE”, são feitos vários alertas sobre os problemas que os antiumectantes podem causar ao ser humano, entre eles: relação com a doença de Alzheimer, riscos para as pessoas que sofrem de doenças dos ossos e de perturbações dos rins, doenças renais e diminuição da absorção de cálcio, desequilibrando a relação cálcio/fósforo no organismo (osteoporose, depósitos calcários). Sobre o assunto, vale conferir ainda em: http://quibioeua.blogspot.com.br/2010/09/antiumectantes.html.

Epidemia de hipotireoidismo

Para compensar a perda do iodo de fácil assimilação, encontrado em quantidades ideais no sal marinho, e que é perdido no processo de industrialização, ao sal refinado é adicionado o iodeto de potássio, também usado em xaropes como expectorante.

O acréscimo do iodeto de potássio ao sal refinado é exigência das autoridades, para prevenir o bócio, também chamado de papo ou papeira, aumento do volume da glândula tireoide, geralmente causado pela falta de iodo. A existência de nódulos na tireoide também é considerada bócio. Veja: https://drauziovarella.com.br/letras/b/bocio/.

O iodeto de potássio, entretanto, oxida rapidamente quando exposto à luz. Então, normalmente é acrescido ao sal refinado na quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo encontrado no sal marinho. É bem possível que essa opção seja a causa da disfunção da tireoide de boa parte da população brasileira, principalmente em mulheres, pois os consultórios dos médicos endocrinologistas vivem lotados de pacientes com problemas da tireoide, principalmente o hipotireoidismo.

Para comprovar a tese de que o iodeto de potássio tem causado o hipotireoidismo, exigindo a reposição com hormônio tiroidiano sintético é preciso investigação das autoridades, porque a população está adoecendo em ritmo alarmante.

O iodeto de potássio até pode impedir o bócio, mas tem como efeito o hipotireoidismo, cujos sintomas, de acordo com o site http://www.endocrino.org.br/hipotireoidismo-sintomas são: depressão,  desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, diminuição da memória, cansaço excessivo, dores musculares, sonolência excessiva, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso, e aumento do colesterol no sangue.

O que consta sobre o sal refinado no site do Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia (INMETRO)

No site do INMETRO, http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/sal2.asp constam informações úteis na apresentação dos resultados obtidos nos ensaios realizados em amostras de sal para consumo humano, baseadas em uma das etapas do Programa de Análise de Produtos.

Pelas informações do site, praticamente todas as marcas de sal refinado disponíveis no Brasil estão de acordo, ou seja, “conforme” as exigências das legislações dos órgãos próprios para consumo humano.

Apesar de cumprir as determinações legais, o sal refinado deveria ser alvo de novas análises de cientistas e pesquisadores, que deveriam criar grupos de controles, nos quais seriam observadas as pessoas durante certo período de consumo do sal, com o objetivo de comprovar ou não se o sal refinado é nocivo.

O sal Light

Por conter a metade do sódio encontrado no sal refinado, de 16%, o sal light, com 8% de sódio, tem sido indicado para reduzir a pressão alta (hipertensão). Mas dois problemas surgem:

1) Por salgar menos, as pessoas acham que a comida com o sal light está sem sal e costumam colocar o dobro do sal para compensar, anulando o benefício da redução do sódio.

2) O sal light também passa pelo processo de industrialização e possui os mesmos “defeitos” do sal refinado, como o iodeto de potássio, antiumectantes…

A minha experiência ao usar o sal marinho

É muito difícil encontrar o sal marinho natural no Brasil. Praticamente só em casas especializadas é possível achar o sal marinho, porque a recomendação governamental é o uso do sal refinado.

Depois de começar a consumir o sal marinho de Guérandais ou Guérande, considerado o melhor sal do mundo, observei uma enorme melhora no desempenho físico e na aparência. Com pouco mais de 15 dias de uso já senti resultados positivos.

As autoridades brasileiras deveriam permitir que o sal marinho fosse opção de escolha dos consumidores. A responsabilidade é de quem compra e usa.

O gasto com os medicamentos contra o hipotireoidismo certamente é muito maior do que seria se houvesse bócio por deficiência de iodo.

O Governo tutelar o consumidor do sal pelo só se justifica em alguns casos. Por experiência própria, sei que o sal marinho foi muito mais benéfico do que o sal refinado, porque meus hormônios tireoidianos tiveram melhora depois que comecei a consumir o sal de Guérandais, que pode ser encontrado em Belo Horizonte em algumas lojas do Supermercado Verdemar.

Cuidado com o sal rosa do Himalaia

Infelizmente, o sal rosa do Himalaia é falsificado por gente inescrupulosa. Muitas pessoas que conhecem os malefícios do sal refinado passaram a comprar o sal do Himalaia e tiveram agravados os problemas de saúde.

Para saber distinguir o sal rosa do Himalaia verdadeiro do falso e evitar enganações, é recomendável acessar o YouTube, nos seguintes links:

https://www.youtube.com/watch?v=H2gdQIBurH8

https://www.youtube.com/watch?v=0f2xbRwX2jk

https://www.youtube.com/watch?v=b3YBZR2sg54

Para conhecer outras maneiras de falsificação e evitar as fraudes, pesquise no Google com o título “sal rosa do Himalaia falso”.

Cuidado com o açúcar – mata mais que cigarro

Compartilho o texto “Açúcar, o novo cigarro”, publicado na Revista Seleções Reader’s Digest do mês de setembro/2016, páginas 124 a 131. O artigo é importantíssimo, relata pesquisas recentes e alerta sobre os malefícios causados pelo açúcar branco ao ser humano.

Antes de ler o texto da revista, sugiro refletir sobre o assunto e consultar os links a seguir:

  1. O açúcar vicia. Por esse motivo, a maioria das pessoas não se contenta em comer apenas um brigadeiro ou um pedaço de bolo de aniversário. Querem comer mais, e assim descontrolam organismo, que produzirá cada vez mais insulina com o estímulo do açúcar. Confira o que diz a médica da USP, Dra. Ana Escobar no link http://g1.globo.com/bemestar/blog/doutora-ana-responde/post/acucar-vicia.html
  2. O açúcar aumenta a gordura, a incidência das doenças cardiovasculares, eleva os triglicérides e o colesterol. Poucos sabem que o açúcar tem relação com o aumento dos triglicérides e do colesterol. Por isso, é recomendável acessar e ler com atenção os links abaixo, porque as pesquisas são confiáveis.
  3. a) http://www.minhavida.com.br/alimentacao/noticias/11233-acucar-tambem-pode-elevar-taxas-do-colesterol
  4. b) http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/04/estudo-associa-excesso-de-acucar-aumento-do-colesterol.html
  5. O açúcar vira gordura no sangue. Açúcar refinado é veneno e ainda “rouba e/ou destrói vitaminas e minerais importantes, como o cálcio e o magnésio e as vitaminas do complexo B”. É muito pior que o açúcar cristal. Além de se transformar em gordura, o açúcar tem outros efeitos nocivos. Conheça alguns. Acesse http://www.enirvana.com.br/blog/os-males-do-excesso-de-acucar-no-organismo/.

Sugiro também a leitura do site http://www.vivaplenamente.net/os-maleficios-do-acucar/ para conhecer as 76 maneiras como o açúcar branco destrói o nosso organismo. Apesar de assustar, o texto serve como incentivo para diminuir o uso de doces e outros açucarados para que possamos viver com saúde e qualidade de vida.

Pontos importantes que negritei no texto:

  1. A única diferença”, diz ele, “é que enquanto o fumo era evitável, o açúcar atualmente é quase inevitável.”
  2. O açúcar adicionado – não o açúcar natural que existe em frutas e legumes – está em tudo. Uma das maiores fontes são bebidas como refrigerantes, energéticos e sucos. Mas um passeio pelo supermercado mostra que há açúcar adicionado nos pães, iogurtes, manteiga de amendoim, sopas, vinhos, salsichas – na verdade, a quase todos os alimentos industrializados. Uma única colher de sopa de Ketchup pode conter uma colher de chá de açúcar.
  3. Esse açúcar a mais é completamente desnecessário”.
  4. Hoje, nossa alimentação tem tanto açúcar adicionado que o sistema metabólico (que processa a energia) simplesmente não aguenta”.
  5. E o perigo para a saúde não é só a obesidade: há indícios que ligam o açúcar a doenças hepáticas, diabetes tipo 2, cardiopatias e cáries.
  6. “As pessoas não fazem ideia de quanto açúcar ingerem”.
  7. Os pais deveriam afastar-se, e aos filhos, do consumo diário de açúcar e considerá-lo um alimento para ocasiões especiais.
  8. Novas pesquisas também indicam que o açúcar, assim como o fumo, pode ser viciante.
  9. 9. “o açúcar ativa o cérebro de um modo que lembra drogas como a cocaína”. Ele acrescenta que as pessoas criam tolerância ao açúcar, como acontece com os fumantes e usuários de drogas: “Isso significa que, quanto mais açúcar se consome, menor a recompensa. O resultado: come-se mais do que nunca.
  10. Outros estudos revelam que o açúcar é viciante por ativar o circuito gerador de prazer no cérebro.
  11. Se não pararmos de envenenar o nosso organismo com açúcar, nós e nossos filhos só ficaremos mais gordos e mais doentes. E o custo será astronômico.”

 Açúcar, o novo cigarro

Por William Ecenbarger e Mary S. Aikins

Revista Seleções Reader’s Digest do mês de setembro/2016, páginas 124 a 131

Há um setor que vende um produto que faz mal à saúde do homem.

Uma geração atrás, esse era o setor fumageiro, e o produto era o cigarro. Hoje é o setor alimentício e o produto é o açúcar.

O Dr. Aseem Malhotra, 37 anos, cardiologista em Londres, Inglaterra, é um dos líderes da campanha contra o açúcar na Europa. Ele afirma que a indústria de alimentos imitou o “roteiro corporativo” da indústria fumageira para rejeitar a regulamentação.

A única diferença”, diz ele, “é que enquanto o fumo era evitável, o açúcar atualmente é quase inevitável.”

O açúcar adicionado – não o açúcar natural que existe em frutas e legumes – está em tudo. Uma das maiores fontes são bebidas como refrigerantes, energéticos e sucos. Mas um passeio pelo supermercado mostra que há açúcar adicionado nos pães, iogurtes, manteiga de amendoim, sopas, vinhos, salsichas – na verdade, a quase todos os alimentos industrializados. Uma única colher de sopa de Ketchup pode conter uma colher de chá de açúcar.

Esse “açúcar invisível” recebe muitos nomes. Nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, o consumidor pode encontrar até 83 nomes diferentes para o açúcar adicionado.

Helen Bond, nutricionista da Associação Dietética Britânica, diz: “É um marketing inteligente: palavras como ‘frutose’ fazem pensar que estamos reduzindo o açúcar adicionado, mas o fato é que estamos polvilhando açúcar branco sobre a comida.”

Esse açúcar a mais é completamente desnecessário”, diz o Dr. Malhotra. “Ao contrário do que a indústria alimentícia quer que acreditemos, o organismo não precisa da energia de nenhum açúcar adicionado.”

O Dr. Robert Lustig, endocrinologista pediátrico do campus de San Francisco da Universidade da Califórnia e líder mundial da campanha contra o açúcar, observa que o consumo mundial de açúcar triplicou no último século. Mas, como a população dobrou no mesmo período, o consumo de açúcar per capta aumentou 50%.

No Brasil, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o açúcar adicionado representa 19%da ingestão total de açúcar do brasileiro. Ainda segundo o ministério, o excesso de açúcar na dieta é fator de risco para o desenvolvimento da obesidade, além de doenças como o diabetes. Mais da metade da população brasileira (53,9%) está acima do peso. Desses, 18,9% são obesos. Entre as crianças de 5 a 9 anos, um terço delas está com sobrepeso.

Hoje, nossa alimentação tem tanto açúcar adicionado que o sistema metabólico (que processa a energia) simplesmente não aguenta”, diz Lustig. “Nosso corpo faz coisas diferentes com tipos diferentes de calorias. Na quantidade ingerida hoje, a frutose (açúcar adicionado) é armazenada principalmente como gordura. Em geral, essa gordura vai para a barriga.”

E o perigo para a saúde não é só a obesidade: há indícios que ligam o açúcar a doenças hepáticas, diabetes tipo 2, cardiopatias e cáries. Ainda assim, o setor de bebidas e alimentos continua a promover o açúcar, com muita publicidade de seus produtos açucarados. Grandes quantias também são empregadas para se opor à rotulagem mais explícita do produto e combater o aumento da tributação de alimentos e bebidas açucarados.

No Reino Unido, por exemplo, o setor de alimentos e bebidas gastou, em 2014, 256 milhões de libras para promover alimentos insalubres ricos em açúcar e/ou gordura. De acordo com um relatório recente da União Americana de Cientistas Preocupados, quase 7 bilhões de dólares foram gastos no mesmo período nos EUA com a publicidade de produtos açucarados. Desses, 1,7 bilhão foi empregado especificamente para promover esses produtos junto ao público infantil.

No ano passado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reafirmou a recomendação anterior de que, num parâmetro ideal, nossa ingestão de açúcar, fora aquele que existe naturalmente em frutas e legumes, não deveria exceder 10% da nossa ingestão total de energia (no Brasil, o consumo médio é de 16,3%). A OMS apresentou dados convincentes que ligam o consumo de açúcar à taxa de obesidade e, como o diabete tipo 2 está ligado a ela, também relacionou o açúcar a essa doença.

Na alimentação média, 10% da ingestão total de energia corresponderia a umas 12 de colheres de chá de açúcar por dia. Uma única lata de 330 ml de refrigerante pode conter até 10 colheres de açúcar adicionado.

“Temos provas de que manter no limite de 10% a ingestão de açúcar livre reduz o risco de sobrepeso, obesidade e cárie”, disse o Dr. Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição para a Saúde e o desenvolvimento, da OMS, no comunicado em que apresentou o relatório à imprensa mundial.

O Conselho Internacional de Associações de Fabricantes de Bebidas, um grupo de pressão do setor, rejeitou o relatório da OMS e fez o seguinte comentário: “Quanto à obesidade, não há qualquer base científica para tratar o açúcar livre de forma diferente do açúcar intrínseco (não adicionado).”

O Dr. Malhotra contesta: “Isso não é verdade. É preciso levar em conta a qualidade dessas calorias. O açúcar intrínseco ocorre em alimentos que trazem outros benefícios nutricionais.”

A publicidade de alimentos açucarados continua. O sobrepeso e a obesidade em crianças e a quantidade de alimentos açucarados que elas consomem são uma preocupação específica dos profissionais da saúde. Uma medida que, segundo especialistas, pode fazer a diferença é a redução ou a suspensão da publicidade desses alimentos durante a programação infantil.

A província canadense do Quebec é líder nesse aspecto e restringe esses anúncios de junk food na TV desde 1978. Hoje, Quebec tem taxas de obesidade bem mais baixas que o resto do Canadá. Outros países que restringiram os comerciais de bebidas e flocos de milhos açucarados e outros alimentos nocivos nos horários em que as crianças assistem à TV são Noruega, Suécia, Dinamarca, México e o Reino Unido.

No entanto, uma análise constatou que, no Reino Unido, os fabricantes encontraram outras maneiras de anunciar alimentos nocivos às crianças: na internet, em merchandising durante programas populares e em videogames.

Na Europa, uma iniciativa estimulante para limitar a publicidade para crianças é o EU Pledge. Esse programa começou em 2009 para estimular o setor a atender à meta da União Europeia de reduzir a obesidade. As principais fábricas de alimentos concordaram voluntariamente em limitar a publicidade de alimentos açucarados para crianças até 12 anos. Elas não fazem comerciais de TV nem anúncios na internet para essa faixa etária e não vendem seus produtos em escolas primárias, o que representa uma mudança significativa da maneira como esses alimentos são vendidos a crianças. Desde o seu lançamento, o EU Pledge chegou a 22 companhias, alcançando mais de 80% da publicidade de alimentos e bebidas na União Europeia.

Marlene Schwartz é diretora do Centro Rudd para Políticas Alimentares e Obesidade, organização sem fins lucrativos sediada nos EUA e dedicada a encontrar soluções na pesquisa e na política para a obesidade, a má alimentação e o preconceito ligado ao peso durante a infância. Ela diz que as diretrizes do EU Pledge “não vão suficientemente longe. O ideal seria ampliá-las para crianças até 14 anos.” Outra área da publicidade de alimentos e bebidas à qual o Dr. Malhotra se opõe é a associação entre produtos e atletas, tática usada pela indústria fumageira há apenas 50 anos, quando atletas e celebridade eram contratados para endossar os cigarros. Ele questiona a permissão à Coca-Cola para patrocinar as Olimpíadas. A parceria da empresa com as Olimpíadas começou em 1928 e foi estendida até 2020. “A Coca-Cola (…) associa seus produtos ao esporte, sugerindo que não há problema em consumir suas bebidas desde que se pratiquem exercícios”, escreveu o Dr. Malhotra recentemente na revista British Journal of Sports Medicine. “Mas não dá para vencer a má alimentação com corrida.”

Os defensores da saúde pública dizem que duas abordagens bem-sucedidas na redução do hábito de fumar – educação do consumidor e tributação – são necessárias no combate ao consumo excessivo de açúcar.

E janeiro de 2014, o México criou um imposto de 10% sobre bebidas açucaradas, e sua venda caiu 12% no primeiro ano. Na França, um imposto sobre refrigerantes criado em 2012 resultou no declínio gradual do consumo. A Noruega tributa alimentos e bebidas açucarados e divulga informações há muitos anos, com bons resultados. Em março deste ano, o chanceler britânico George Osborne anunciou a criação de um imposto sobre bebidas açucaradas a ser cobrado de produtores e importadores de refrigerantes.

Embora tenha havido algum sucesso com a tributação, o setor de alimentos e bebidas continua a fazer pressão contra informar sobre o açúcar adicionado ao consumidor – mais uma vez, exatamente como fizeram as empresas fumageiras ao combaterem as tentativas do governo de pôr nas embalagens de cigarros mensagens alertando para o perigo de fumar (medida adotada também no Brasil).

Uma abordagem proposta para solucionar a questão foi pôr nos rótulos “sinais de trânsito” – círculos vermelhos, amarelos e verdes – para indicar a “salubridade” dos produtos alimentícios. Esse esquema, atualmente um programa voluntário bem-sucedido no Reino Unido foi rejeitado pela maioria dos membros do Parlamento Europeu.

“As pessoas não fazem ideia de quanto açúcar ingerem”, diz Ilaria Passarani, chefe do Departamento de Alimentação e Saúde, uma entidade com sede em Bruxelas.

Na esteira das preocupações em relação ao açúcar, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) anunciaram recentemente que estudam um acordo para reduzir a quantidade de açúcar nos alimentos processados, semelhante ao que é feito com o sal. A primeira etapa deve começar em 2017, com análise das principais fontes de açúcar na dieta dos brasileiros.

Os indícios contra o açúcar e seus efeitos nocivos à saúde continuam a se acumular conforme os estudos são publicados. A Dra. Kimber Stanhope, bióloga nutricional da Universidade da Califórnia, completou em 2015 cinco anos de uma pesquisa que ligou o xarope de milho rico em frutose – comum nos Estados Unidos – ao aumento do risco de infarto e acidente vascular cerebral.

“Todos deviam perceber que não há perigo nenhum em reduzir a ingestão de açúcar”, diz ela, “mas há fatores de risco em continuar a comer grande quantidade enquanto aguardam mais indícios”. Os pais deveriam afastar-se, e aos filhos, do consumo diário de açúcar e considerá-lo um alimento para ocasiões especiais.

Novas pesquisas também indicam que o açúcar, assim como o fumo, pode ser viciante. Eric Stice, neurocientista do Instituto de Pesquisas do Oregon, está usando ressonâncias magnéticas do cérebro de adolescentes para mostrar que “o açúcar ativa o cérebro de um modo que lembra drogas como a cocaína”. Ele acrescenta que as pessoas criam tolerância ao açúcar, como acontece com os fumantes e usuários de drogas: “Isso significa que, quanto mais açúcar se consome, menor a recompensa. O resultado: come-se mais do que nunca.

Outros estudos revelam que o açúcar é viciante por ativar o circuito gerador de prazer no cérebro.

O que fazer para reduzir a ingestão de açúcar adicionado?

“Há um jeito fácil de resolver esse problema em casa: chama-se comida de verdade”, diz o Dr. Lustig. Alimentos não industrializados, que nós cozinhamos. Um pedaço de peixe é comida de verdade: nuggets de peixe comprados prontos, não. É assim que temos de nos alimentar e alimentar nossos filhos”.

E podemos provocar mudanças na indústria de alimentos e bebidas. “O ativismo de cidadãos comuns tirou o cigarro dos restaurantes, aviões, locais de trabalho e escolas. Temos de fazer o mesmo contra essa avalanche de açúcar em nossa alimentação”, continua o Dr. Lustig. “Se não pararmos de envenenar o nosso organismo com açúcar, nós e nossos filhos só ficaremos mais gordos e mais doentes. E o custo será astronômico.”

 

SOBREPESO NA EUROPA E NO BRASIL

Reino Unido………………….  63,4%

República Techeca……….. 63,4%

Polônia………………………… 61,1%

Espanha………………………. 60,9%

França………………………….   60,7%

Eslovênia…………………….. 60,6%

Hungria………………………..   59,6%

Noruega……………………… 58,5%

Romênia……………………..     57,6%

Bélgica………………………..     56,9%

Portugal……………………….    55,6%

Finlândia……………………… 55,2%

Alemanha…………………….   54,8%

Brasil…………………………..     52,5%

 

TERMOS USADO PARA “AÇÚCAR ADICIONADO”

– néctar de agave – melado – açúcar de beterraba – xarope de bordo – caldo de cana – sacarose, xarope de arroz – açúcar de confeiteiro – rapadura – xarope de milho – gomme – galactose – açúcar de tâmaras – dextrose – drimol – malte – xarope de arroz integral – dri sweet – adoçante de passas – lactose comestível – kona ame – sucrovert – flomalt – frutose – açúcar invertido – clintose – xarope de sorgo – xarope dourado – isoglicose – muzi amt.

O passado está vivo em nossas mentes… E influencia os nossos atos presentes e futuros

As olimpíadas no Brasil revelaram com muita intensidade o quanto o passado dos atletas foi decisivo para os vitoriosos. Não só para aqueles que ganharam medalhas, mas também para quem se confrontou com o que já viveu e pôde superar marcas pessoais.

Todas as experiências que temos ficam registradas definitivamente no nosso cérebro. A partir daí tudo o que pensamos e fazemos é automaticamente relacionado com o passado, seja ele de sofrimento ou de alegria.

Os exemplos dos atletas ilustram bem. Muitos deles tiveram infância miserável, com pouquíssimos ou nenhum recurso financeiro. E foi exatamente o passado de sofrimentos que fez deles os vencedores dos jogos olímpicos disputados.

Em particular, uma das atletas do judô, oriunda de favela, já tinha sido derrotada e humilhada na olimpíada anterior. Pagou caro pela derrota, porque foi discriminada maneira cruel e brutal por ser negra. No Rio de Janeiro, ao disputar a medalha de ouro, lutou como se fosse um animal acuado, que não tinha opção a não ser vencer. E venceu gloriosamente, como a poucos é dada a vitória. Não fossem as inúmeras feridas do passado, o resultado poderia ser outro.

Basicamente, o comportamento dos seres humanos é forjado na infância e adolescência e pode ser enquadrado, didaticamente, como originário de três tipos de experiências: a) a de vida difícil e sofrida, com rejeição familiar ou social; b) vivências protegidas, com bons recursos materiais e proteção excessiva, caso das pessoas mimadas e superprotegidas; c) estilo de vida neutro, com recursos necessários e bom equilíbrio emocional, mas que conduzem ao comodismo.

A partir do que viveram os atletas hoje vencedores, eles poderiam escolher; ou ficar presos ao passado de miséria e se declararem vítimas num eterno lamentar; ou partir para o enfrentamento, como fizeram e arriscar tudo com bravura, mesmo sujeitando-se à derrota.

Aqueles vencedores escolheram a vida árdua de sacrifícios em nome da própria superação, e obtiveram a vitória. Entretanto, o passado de cada um deles está gravado nos seus cérebros, armazenado na memória que os levará a agir no presente e no futuro. Assim também acontece com cada um de nós.

Nunca perdemos o vínculo com o passado que vivemos. Os atletas olímpicos demonstram claramente que foi o sofrimento na pobreza que impulsionou os seus atos até a vitória. Até aí, existe uma lógica: a de que a situação desfavorável leva o ser humano a reagir para se sentir valorizado. O problema é que essas pessoas ficarão presas e escravizadas até o fim dos dias por causa das dores que sentiram, principalmente na infância e na adolescência.

Só acontecerá a libertação completa desses atletas quando olharem para o passado com distanciamento; compreenderem que foram inteligentes ao enfrentarem e vencerem os obstáculos; e também quando se acostumarem com naturalidade à realidade de vencedores. Ainda assim, o presente se tornará passado e, invariavelmente, irá marcar o cérebro deles na tomada de decisões futuras.

No outro extremo, existem pessoas pobres e igualmente sofridas, que viveram as mesmas dificuldades dos esportistas. Porém, diferentemente, a grande maioria opta por ser considerada vítima da pobreza. A justificativa para não agirem é sempre a miséria e a falta de oportunidades. Esquecem-se de que os caminhos são construídos com dedicação, que as portas se abrem para aqueles que se sacrificam, ainda que a custo de fome e exploração. A revolta desses seres humanos, não raro, leva muitos a praticar crimes. Assim, são banidos da vida social por meio de prisão.

E aqueles que são criados com todos os confortos, mimos, e, principalmente, nunca têm contrariados os seus interesses, quando são postos diante dos desafios, quase não se dedicam a vencê-los, porque pais e parentes fazem o que não deveriam, ao ampará-los sempre. Crescem assim: imaturos, egoístas, insensíveis e dados a explosões de ira, porque não foram preparados para lidar com as frustrações.

Pobres das criaturas mimadas, porque o passado delas imporá derrotas na sociedade quando não puderem contar mais com o pai ou a mãe.

Os humanos que têm vida confortável, sem carências ou benesses, na infância e adolescência, isto é, estão no meio termo entre a miséria e a fartura, também costumam não se destacar, porque vivem na constante falta de ânimo para qualquer ação. Dessa forma, contentam-se com pouco e levam vida indolente.

É nesse ponto que todos devemos refletir o quanto sofremos influência do nosso passado e procurar entender o impacto dessa influência no comportamento presente. Meditações simples, com o olhar sem crítica para o que vivemos, estabelecendo a relação entre passado e presente, pode ser boa solução para evitarmos sofrimentos.

Impressiona a quantidade de pessoas doentes que sempre estabelecem o vínculo com o passado. Alguns se perguntam: “Onde errei para sofrer tanto hoje?” “Será que fiz algo para merecer esta desgraça que me causa dores?”

As indagações somente serão valiosas se houver propostas de desapego do passado. Caso contrário, remoer o que foi vivido só poderá aumentar a agonia presente. Portanto, o passado, por ser imutável, nos dá as possibilidades de revolucionar o presente e o futuro, ou nos deixar estáticos, sem a ação para romper com os laços pretéritos vividos.

Friedrich Nietzsche dizia que o ser humano é um animal capaz de ser racional, mas muito raramente age com racionalidade. Confrontar o nosso passado com o presente, com propostas otimistas de vencer os vínculos que nos escravizam a ele, é um exercício de inteligência, porque fatalmente nos levará a ter controle sobre as emoções negativas. É nessa situação que Nietzsche dá a medida de parte da racionalidade: a de evoluir sem as amarras do passado angustiante; ou, no polo oposto, evoluir com as alegrias vividas em outros tempos.

A ponte segura para o presente e o futuro feliz passa, necessariamente, pelos enfrentamentos pessoais e decisões certas, ponderadas. Somos animais com possibilidade de ser racionais, como dizia o filósofo. Então, não devemos renunciar a esse privilégio. Usemos o cérebro a nosso favor, como os atletas olímpicos, a transformar o nosso passado em felicidade.