No entanto, a alma não se parece com a terra arada; a alma precisa da tempestade, do fogo, da vertigem. O corpo tem tempo, avança lentamente, prudentemente, passo a passo, sujeito às leis da gravidade; a alma nega o tempo e desafia as leis, quer correr, quer seguir em frente e tanto pior se se magoa, tanto pior se isso provoca embriaguez, loucura; só assim ela se eleva para Deus. Encontrarás no teu caminho pessoas que se refugiam na razão, mas a razão anda às apalpadelas, com a ajuda da bengala do cego, tropeçando nas pedras e, quando se depara com uma parede, para e tenta demoli-la tijolo a tijolo, sem nunca conseguir, porque uma mão invisível a reconstrói e acrescenta-lhe altura e espessura.” Elie Wiesel, Os portões da floresta (1964), citado pelo médico Dr. David Khayat, na introdução do livro “A Verdadeira Dieta Anticâncer” Editora Lua de Papel. São Paulo.2012.

 Nosso corpo aceita a limitação, mas a alma diz não aos limites.

Obedientes, seguimos a sociedade, limitando-nos espontaneamente.

Renúncias de nossas energias, de um modo corajoso de viver…

Expulsamos de nossas mentes as possibilidades de conquistas.

Mas a nossa alma, rebelde, insiste em derrubar barreiras.

A quem ouvir?

A razão ou a alma? 

Escolha as duas. A razão para não fugir aos padrões sociais.

Assim serão evitados os estigmas da sociedade.

Mas prefira ouvir a alma para avançar.

Dê passos lentos, mas contínuos.

Avance! Liberte-se do medo, conquiste a si.

Derrube muros, barreiras pessoais, obstáculo por obstáculo.

Então, ao fim da jornada será possível comemorar:

Venci, avancei, sou um novo ser humano.

Descobri como ser ilimitado em meus propósitos.

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