Não espere!

Faça uso da sua felicidade em todos os momentos.

Salgados e doces de prateleira no comércio são felicidades à sua espera.

Se você gosta e não tem contraindicação, por que não consumir?

Agradou o paladar, foi consumida a felicidade de se alimentar.

Mas seja rápido, há outras felicidades a consumir.

A do poder, por exemplo!

Podemos muito. Falar o que pensamos, caminhar, sorrir…

Não podemos falar tudo. Poderá magoar.

Consuma a felicidade de encontrar as palavras certas e fale.

 

Consumir a felicidade de um passeio a pé, ou de carro, de ônibus!

Tudo é felicidade disponível. Só temos que enxergá-la. E consumir… Sempre.

Que sorte! A felicidade está estocada em nosso interior.

Há muito dela conosco.

Em cada veia, neurônio, nervo, músculo… existe felicidade latente.

Temos é que colocá-la para fora.

Como?

Valorizando os pequenos gestos, as conquistas de segundo a segundo.

Mas existe isso, felicidade a ser consumida imediatamente?

Não só existe como ela está disponível a todos nós.

Não percebemos, mas respirar é a própria felicidade consumida por segundos inesgotáveis.

Afinal, é indicativo de que estamos vivos.

Bingo! Consumimos essa felicidade sem notar.

 

Notemos as felicidades diárias e façamos uso dela, porque elas não podem ser armazenadas.

Tentar reter a felicidade é o caminho da infelicidade.

A felicidade é fluida e escorregadia.

Dura até ser consumida inteiramente.

Não queira guardar aquele momento feliz para a vida toda. Não conseguirá.

Os relacionamentos se findam, mas deixam felicidade consumida na memória.

Fixe no que é bom, naquele momento de felicidade usada, exaurida.

Assim, é possível passar a consumir a próxima felicidade.

Não, isso não é utopia. É estilo de vida.

 

Bebês descobrem a felicidades nos primeiros dias. Sorriem por tudo.

Veem o mundo como oportunidade de serem felizes.

E isso independentemente do que acontece ao redor.

Portanto, nosso primeiro consumo da felicidade é ao nascer.

Precisamos, por isso, retomar o hábito de gastar nossa cota minuto a minuto.

 

Consuma a felicidade de construir com as próprias mãos. É felicidade das maiores.

O esforço próprio é consumo concentrado de felicidade. E vale a pena!

Consuma a felicidade de ajudar, de ter compaixão pelos malogrados.

Faça as contas:

Em comparação com outras pessoas, quanta felicidade já consumimos?

A felicidade consumida melhora a sociedade, a humanidade, o planeta…

Porém, cuidado!

Gaste a felicidade de boa fé. Não simule ser feliz.

Não se inspire na felicidade alheia. Isso causa inveja, o oposto de ser feliz.

Crie a própria felicidade para consumi-la em seguida.

Agora estou saciado!

Acabei de consumir a felicidade de expressar meus pensamentos.

Partirei agora para a próxima felicidade a consumir.

Qual será?

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