Qual é a nossa realidade? Nem sempre sabemos, por não pensar muito sobre isso.

A vida em família, o trabalho, a sociedade, a religião e os amigos são exemplos de nossas realidades distintas. Devemos indagar: sou feliz com todas essas realidades? Há um vazio em minha vida que impede a realização? Existem realidades imaginárias que afetam o meu comportamento?

Todos nós alternamos as fases boas e não muito boas. Nas duas situações, é possível transformar para melhor as realidades que vivemos com o otimismo realista. O que é bom pode ser melhorado, e o que ruim pode ser resolvido mais rapidamente.

Não devemos, porém, negar a realidade. Mas há doentes que dizem: “não estou doente” ou “essa doença não me pertence”. Assim, praticam o otimismo ilusório, tão nocivo quanto as soluções ditas milagrosas, sem o aval da ciência, como chá de folha de graviola ou bicarbonato de sódio para curar câncer, decisões que podem causar problemas sérios, pois tendem a reduzir a eficácia dos tratamentos médicos.

De maneira contrária, pacientes que aceitam a realidade da doença, e se esforçam para melhorar o quadro clínico, obtêm melhores resultados. Alguns até recorrem a terapias complementares aos tratamentos médicos, como as orações e as meditações, que são benéficas. Eles nunca se esquecem de que a cura é a soma do otimismo realista e da medicação ou radiação usadas.

Otimistas realistas são pessoas que mantêm viva a fé, a esperança e a crença de que o futuro será melhor do que o passado. Assim, sempre é possível transformar para melhor a própria realidade.

Os caminhos do otimismo são construídos durante a própria caminhada, porque temos uma mente, um corpo e um espírito que sempre se interagem. O corpo pode ficar fraco, porém, os otimistas nunca permitem que a mente e o espírito enfraqueçam, porque possuem a determinação para reverter as situações de dificuldade, mesmo nas crises graves.

Nas páginas da revista Vida e Saúde, nº 16, da FUNDAFFEMG – Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde (link abaixo) o depoimento da Cristina exemplifica como o otimismo realista funciona. De igual maneira, a Ana Luísa V. S. Moreira, portadora de Atrofia Muscular Espinhal (AME), tem superado problemas sérios sempre com otimismo, como relatado na edição nº 11 da Revista VIDASAÚDE.

A luta dos otimistas é sempre vitoriosa. O que eles fazem muito bem é usar os dons que todos nós recebemos de Deus. Então, por que não fazer a opção pelo otimismo realista? Vamos acreditar com firme convicção no futuro, fazer planos, sonhar, lutar… Tropeços e decepções acontecem, mas não são suficientes para diminuir a determinação das pessoas que querem transformar a própria realidade.

O mais paralisador de todos os medos é a solidão. Todavia, o otimista realista nunca sofre de solidão, pois tem ao seu lado o bondoso Deus a amparar, embalar, curar e a permitir que, em cada um de nós, a chama da esperança nunca se apague.

Confiram também a publicação revista Vida e Saúde, nº 16, da FUNDAFFEMG – Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde sobre a campanha “outubro rosa” e “novembro azul”, na qual constam os depoimentos da Cristina Maria de Almeida José, que recentemente se curou de um câncer de mama, e o meu depoimento na vitória de um linfoma (câncer linfático).

Acessem:

http://www.fundaffemg.com.br/%5Crestrito%5Cpdf_revista%5Crevista016.PDF

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